Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Escrita sem sentido nenhum

É o nome mais justo, porque na verdade não tem sentido nenhum só uma grande vontade de escrever sobre o meu dia a dia, filhos, marido, isto de ser mulher, de estar longe dos meus, das saudades, dos bons amigos, das coisas simples...

Escrita sem sentido nenhum

É o nome mais justo, porque na verdade não tem sentido nenhum só uma grande vontade de escrever sobre o meu dia a dia, filhos, marido, isto de ser mulher, de estar longe dos meus, das saudades, dos bons amigos, das coisas simples...

12.Set.15

#115 A culpa - o debate

Na 4ª feira estávamos a jantar quando nos lembramos do debate do Pedro Passos Coelho com o António Costa. Vimos, ficamos na mesma. Acusação para aqui, para ali, e não disseram nada.
A crise.A Troika. A Culpa.Tem de haver sempre um culpado nao é?
Realmente voltando para trás, antes de casar, 2005/2006 lembro-me de começar a ver pequenos stands nos centros comerciais a bombardear -nos a todos com cartões de credito, coisa que para mim era para pessoas com uma carteira mais avantajada. Mas nao, já diziam alto e bom som que podíamos todos ter um.
E foi continuando, dos cartões de credito, para os créditos em todo lado. Entramos na era do facilitismo, podíamos chegar a qualquer loja fazer um cartão, comprar roupa, tv, comida,casa o que nos apetecesse.Sabe bem ter tudo, não sabe?Mas não podemos, os nossos ordenados não nos permitem, mas diziam-nos o contrario, criamos uma bola de neve. Muitas contas para pagar, ter tudo não é fácil.
Chegamos aonde chegamos, esse dinheiro vinha de algum lado, tinha de ser restituído.
No meio dessa historia toda tenho pena de quem não fez nada e acabou por ficar de castigo. Como quando éramos miúdos, portava-se um mal e ficava tudo a penar.
Pedro Passos Coelho,,, António Costa.... nós .... facilitismo... uma bola de neve, um resultado.
Não é possível ter tudo, a não ser que os senhores que fazem o dinheiro nos dêm mais para gastar.
Querer podemos querer, não há mal nenhum nisso, estamos vivos. Mas do querer ao fazer...

Edna Morais *


HMB (via youtube)