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Escrita sem sentido nenhum

É o nome mais justo, porque na verdade não tem sentido nenhum só uma grande vontade de escrever sobre o meu dia a dia, filhos, marido, isto de ser mulher, de estar longe dos meus, das saudades, dos bons amigos, das coisas simples...

Escrita sem sentido nenhum

É o nome mais justo, porque na verdade não tem sentido nenhum só uma grande vontade de escrever sobre o meu dia a dia, filhos, marido, isto de ser mulher, de estar longe dos meus, das saudades, dos bons amigos, das coisas simples...

28.Jan.16

#147 Era um vez uma Inês...

Os filhos não se comparam, ouvimos dizer e sinceramente até passarmos por isso não ligamos muito.

Estávamos mal acostumados, porque inconscientemente quando nos lembramos de bebés lembramo-nos da I. sentada quieta aonde a deixávamos e nada se passava.

Podíamos virar as costas sem pensar sequer que algo podia cair em cima dela ou que ela se ia aventurar e tentar trepar qualquer coisa.

O Francisco tem nos mostrado que os filhos não se comparam e faz ele muito bem.

Tudo mudou, não há descanso. Ele é um fofo, ri-se a maior parte do tempo, dá uns beijos carregados de baba muito bons. esta quase sempre bem disposto mas não podemos virar as costas.

Porque a coisa mais parva ou inútil que esteja por perto e nós nem damos por ela, é mesmo essa que ele foca e persegue.

Os dias cá em casa são uma animação. Para ajudar a irmã mais velha anda sempre em cima do acontecimento e faz logo relatório completo do que o irmão esta a fazer.

Nem quero imaginar quando começares a andar...

Meu rico F.