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Escrita sem sentido nenhum

É o nome mais justo, porque na verdade não tem sentido nenhum só uma grande vontade de escrever sobre o meu dia a dia, filhos, marido, isto de ser mulher, de estar longe dos meus, das saudades, dos bons amigos, das coisas simples...

Escrita sem sentido nenhum

É o nome mais justo, porque na verdade não tem sentido nenhum só uma grande vontade de escrever sobre o meu dia a dia, filhos, marido, isto de ser mulher, de estar longe dos meus, das saudades, dos bons amigos, das coisas simples...

01.Ago.16

#184 Meu rico mês de Julho - parte 2

Antes de dar as boas vindas ao mês de Agosto, que este ano não é mês de férias cá em casa, só de aniversário da miúda gira da casa, vou dizer adeus a Julho.

Como disse é um mês agridoce.
 Quando já faltava pouco para acabar o mês, em conversa até dissemos que não estava a correr muito mal este ano. Falamos cedo demais.

O Luís teve mais uma viagem e por ser domingo ia de táxi ou ia eu  leva-lo. Só no dia tive a certeza que podia ir. Sai a horas do trabalho, ele chegou ao aeroporto a horas, tudo bem. Óptimo!

Agora, rumo a casa. Inês a dormir, Francisco bem disposto. Num instante estamos em casa - pensei eu.

Até me aperceber que um carro vinha em minha direção. Sim, ia ter um acidente. Só tive tempo de virar para não bater de frente no carro.

Minha culpa! Havia um stop, não vi, não conhecia a estrada, estava distraída, sei lá...

Inês acorda assustada, Francisco continua bem disposto. Ninguém se aleijou, graças a Deus.

A I. não queria sair do carro, quando saiu, chorou porque a mamã tinha partido o carro. Quase 2 horas a espera da polícia, o Luís ali ao lado no aeroporto stressado sem poder fazer nada. Liguei a uma amiga mas nem sabia explicar bem aonde estava. F. continuava bem disposto. Eu e a Inês cheias de fome.

Isto tudo aconteceu as 16h da tarde, por volta das 20h estávamos a chegar a casa. A noite foi comprida a pensar no que poderia ter feito diferente, porque não costumo ir por aquele caminho, porqur devia ter estado mais atenta, porque, porque...

Hoje 1 de Agosto, continuamos a pé, em princípio está semana o carro já está arranjado. Temos andado a pé, tenho tido ajuda das minhas amigas, e a Inês continua a contar a história do acidente a toda gente.

Até para o ano Julho, não estamos chateados, mas para o ano podes ser mais meigo.

Edna Morais*