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Escrita sem sentido nenhum

É o nome mais justo, porque na verdade não tem sentido nenhum só uma grande vontade de escrever sobre o meu dia a dia, filhos, marido, isto de ser mulher, de estar longe dos meus, das saudades, dos bons amigos, das coisas simples...

Escrita sem sentido nenhum

É o nome mais justo, porque na verdade não tem sentido nenhum só uma grande vontade de escrever sobre o meu dia a dia, filhos, marido, isto de ser mulher, de estar longe dos meus, das saudades, dos bons amigos, das coisas simples...

12.Jun.15

#55 Amamentar sim ou não?

Sempre disse que não ia dar de mamar - mais um sapo que engoli neste momento - fazia-me uma certa confusão. 

Quando fiquei gravida da Inês frequentei as aulas de preparação para o parto, por esse motivo, para aprender, para saber o que fazer, como fazer. Ainda bem que o fiz.

Não me posso queixar, porque correu bem, tinha medo de não ter leite, de ter muitas dores, dela não ficar saciada, graças a Deus não aconteceu nada disso e ela mamou até eu começar a trabalhar. 

Apesar do pediatra fazer muita questão e de me incentivar a continuar, por causa dos meus horários não conseguia e ai estava a tornar-se stressante.

Do Francisco, o primeiro mês foi mais cansativo, ele queria comer de duas em duas horas, parecia que não fazia mais nada, mas quando ia pesa-lo e vi-a sua evolução, ficava mais descansada.

Agora com quase três meses os intervalos são maiores e continua a aumentar bem. O meu rico braço já sei queixa.

Lembrei me disto porque, gosto de ver novelas, acho que são entretenimento e são um meio de ensino.

Tenho seguido a da Sic - Mar Salgado - e têm falado da importância de dar de mamar, de como o leite materno é importante, mostraram acessórios para tirar o leite, biberon, pomada para os mamilos - fazendo publicidade a Medela e a Wells como ponto de venda - achei interessante e importante.

Não me acho melhor mãe que uma mãe que não possa/ não queira amamentar.

Acho importante estarmos informados dos benefícios para o bebé e para mãe.

E tomar uma decisão consciente.

Edna Morais*





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