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Escrita sem sentido nenhum

É o nome mais justo, porque na verdade não tem sentido nenhum só uma grande vontade de escrever sobre o meu dia a dia, filhos, marido, isto de ser mulher, de estar longe dos meus, das saudades, dos bons amigos, das coisas simples...

Escrita sem sentido nenhum

É o nome mais justo, porque na verdade não tem sentido nenhum só uma grande vontade de escrever sobre o meu dia a dia, filhos, marido, isto de ser mulher, de estar longe dos meus, das saudades, dos bons amigos, das coisas simples...

17.Ago.15

#97 Mini mini férias


Férias curtas, 5 dias que pareceram 10.

Na 4ª feira (12/08) a noite ao chegar a casa, a sensação/sentimento foi o mesmo. A nossa rica casinha. Fugimos durante 5 dias, tivemos 3 dias só nossos, os 4.

No fim‑de‑semana estivemos com a nossa família, sábado com a minha, domingo com a do Luis. Matámos os dois um bocado as saudades, de ver, de ouvir, de estar perto dos nossos.
2ª feira de manhã arrumámos as trouxas e rumámos para o Alentejo, para Reguengos de Monsaraz.
Estava bom tempo, faziam 42 graus.

É bom voltar aonde somos felizes, no ano passado em Setembro estivemos lá alguns dias e queríamos voltar sem dúvida. Foi o que fizemos, foi engraçado ver - nós sabemos - as diferenças na Inês este ano, ela só queria água, era difícil tirá-la da piscina.
Estava feliz - ela própria o disse - e nós também ficamos ainda mais ao vê-la assim.
Falava das tias do coração, a noite queria voltar para casa nova para brincar com a vizinha - a sua nova amiga. Portou-se bem nos restaurantes, como uma verdadeira senhora.

O nosso Francisco dormia a beira da piscina, comia de 3 em 3 horas sem falhar. Ria-se para toda gente, é um simpático. Continuamos a saga contra a quantidade de babetes que ele usa por dia, nunca são suficientes, mas conseguimos dar a volta.

Passeámos, descansámos e até conseguimos tirar uma foto os 4 - que ainda não tínhamos nenhuma. 

O nosso país é lindo, lindo. Espero ter oportunidade de conhecer mais, aos bocadinhos vamos
conhecendo e sabe bem.







  





















Curtas mas boas, é o que se quer.

Edna Morais *